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Nesta Quarta-feira, dia 16 de dezembro, recebi um SINCORSP em Notícia, divulgando uma resposta dos executivos do Banco do Brasil – Seguros, quanto à uma consulta do nosso Presidente, Sr. Leôncio Arruda, conforme abaixo:

Resposta do Banco do Brasil
Quando fomos surpreendidos pela notícia de que o “Banco do Brasil venderá seguros em farmácias, lotéricas e bancas de jornais”, imediatamente escrevemos ao executivo do BB, Marcos Coltri, dizendo que o anunciado fere todas as conversações iniciadas recentemente. Dessa forma, solicitamos seu posicionamento a respeito e as reais intenções do BB para atuar com os corretores de seguros.

Prontamente recebemos a resposta – hoje, por email – reproduzida a seguir:

“Prezado Leoncio,
A informação está truncada e incompleta. Li diversos comentários sobre a matéria, a grande maioria destes, negativos. De fato vamos avançar nas vendas de produtos e serviços bancários (crédito, pagamentos e recebimentos etc) por meio de Correspondentes Bancários, pois é uma forma de diversificarmos nossos canais de distribuição (Coban, Internet, Central de Atendimento, Parcerias Varejistas etc).
Especificamente em relação à venda de Seguros por meio deste canal, nossa intenção é estabelecer parcerias com Corretores para que estes atuem em parceria com os Correspondentes Bancários. Adicionalmente, acredito que haverá Corretores interessados em se tornar Correspondentes Bancários, em complemento às suas atividades de Corretor, haja vista a possibilidade de agregação de novas funções e de recebimento de remuneração adicional à corretagem proporcionada pela venda dos seguros.

Por favor, desconsidere a matéria.
Forte abraço.
MARCOS Renato COLTRI
Gerente Executivo
Diretoria de Seguros, Previdência e Capitalização”

Quanto à figura de correspondente bancário, gostaria de aproveitar para pedir sua opinião a respeito. Peço escrever diretamente para mim.

Grande abraço,

Leoncio de Arruda

Aqui manifesto a minha opinião:

Não é a primeira vez que ouço essa história de correspondente bancário, o Itaú já havia divulgado essa idéia há alguns anos atrás, porém, não sei dizer se vingou por conta de tanta mudança. Eu não houvi mais nada.

Na palestra do Advogado, Dr. Antonio Penteado Mendonça, no Fórum de Benefícios ele falou uma coisa que me chamou a atenção: Nós não concorremos mais com outros corretores, nós concorremos com Bancos, Concessionárias, Supermercados e Lojas de Magazine (que já são correspondentes bancários ), e para sobrevivermos nesse mercado teremos que aprender a sermos além de corretores de seguros, advogados, contadores, marketeiros e principalmente administradores de empresa.

O que me preocupa com essa “divulgação” do seguro é a banalização do seguro, é venderem seguro como venderam remédio de farinha e leite com cal. Acha mesmo que um funcionário de lotérica ou de farmácia vai vender seguro, com responsabilidade, compromisso para o cliente, ética? Não vai. Vai ser mais uma meta, mais uma operação que o caixa vai aprender a fazer como pagar uma conta (do correspondente bancário).

 Também não podemos esquecer que além do Banco do Brasil também existe a operação da BV (que é BB). A BV também vende seguros, mas alguém sabe me dizer como? Não sei se é verdade mas ouvi dizer que os funcionários da BV “tiram a Susepinha” em um dia, on-line…Porquê então eu tive que fazer uma prova da Funenseg, tive que estudar por apostilas? Porquê eu não fui funcionário da BV antes? Será que o BB vai propor parcerias para os corretores com essa operação da BV também?

O Banco do Brasil me assusta, mas se realmente cumprir o que nós estamos ouvindo falar, de aproximar-se do corretor, seria algo bom, mas mesmo assim, devemos enxergar isso com cuidado. Afinal, como será essa aproximação? Há o exemplo das agências do Bradesco, tem corretor que adora tem corretor que quebra. E também não podemos nos esquecer de agência do Itaú-Porto Seguro que ainda é algo nebuloso.

 Agora, se o Banco do Brasil me propuser vender abertura de conta, pagamento de conta na minha corretora, talvez eu aceite. Há agregação de novas funções mas não considero um complemento da atividade, isso não complementa a atividade de seguros isso é uma outra atividade que deve ser analisada sob outro prisma, pois trará outras responsabilidades, outros tipos de despesas, etc.

Na minha região a sucursal da Allianz foi roubada. Trancaram todas as funcionárias no banheiro pra roubar não sei o que. Enfim, se assaltam seguradora, onde não tem dinheiro em caixa, imagina uma corretora que recebe contas, que tem que ter troco pra nota de R$50,00, de R$100,00. Será que vale a pena investir em segurança para “complementar a atividade”? Não sei se quero a minha corretora com a decoração de uma lotérica…

Quanto a essas parcerias com os corretores de seguros, também espero pra ver. Recentemente recebi uma revista da ACONSEG que só falava em parceria, assessoria. Um negócio tão bom que nem explicam o que são essas parcerias, se são co-corretagem com corretoras maiores, se é atendimento através de plataforma como Umbria, Humana, etc.

A propósito, eu acho errado esse tipo de parceria quando é forçada pela seguradora. Tive meu cadastro recusado em algumas seguradoras e fiquei muito insatisfeito, mas não é o caso.

O caso é que teremos que ver, qual é a parceria que o Banco do Brasil vai propor. Vai ser mais uma operadora de Affinity, como Bradesco inaugurou no ano passado, ou Allianz, ACE? Ou eles vão ter alguns grandes corretores e vão entubar isso nas lotéricas e farmácias? Ou vão ter uma corretora própria, ou uma corretora como a Fenae está para a CEF? Ou realmente vão procurar fazer contratos com os corretores regionais que estejam dispostos a se especializarem nessa área? Não sei, parceria pra mim é igual cabeça de bacalhau.

Um abraço. 

julho 2014
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